Na terça-feira (11), uma reunião online com representantes técnicos do Governo Federal sinalizou que entre os dias 10 e 14 de março uma caravana com profissionais de vários ministérios estará percorrendo os territórios atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão.

Foto: Arquivos do Rio Doce
A ação tem como objetivo visitar territórios de Minas Gerais e Espírito Santo para realizar escutas das comunidades atingidas e esclarecer dúvidas sobre o Acordo de Repactuação de Mariana.
É importante lembrar que com o Acordo de Repactuação, o Governo Federal passou a ser responsável por gerir boa parte dos compromissos do Acordo com a sociedade mineira e capixaba, promovendo e facilitando também a participação social.
A reunião contou com representantes da Secretaria Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas Diretoria das Mesas de Diálogo (SNDSAPP/SG/PR), da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Da sociedade civil, participaram membros das Comissões de Atingidos(a) de Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado e Chopotó, técnicos do Centro Rosa Fortini e pessoas atingidas de outros territórios da bacia do rio Doce.

Foto: Arquivos de Santa Cruz do Escalvado
Na oportunidade, as pessoas atingidas ressaltaram a importância de garantir espaços da equipe do Governo Federal nas comunidades para tratar sobre as demandas do território.
Ação informada
As reuniões de alinhamento entre representantes das pessoas atingidas e representantes do Governo Federal iniciaram este ano. O objetivo é manter as comunidades informadas sobre as ações da equipe interministerial nos trabalhos de esclarecer pontos do Acordo de Repactuação nos territórios atingidos pelo desastre tecnológico.
Foi informado ainda que a caravana interministerial será formada por 55 pessoas dos mais diversos ministérios. A maior parte da equipe será formada por membros do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
Texto: Mariana Duarte (Comunicação Rosa Fortini)



