Território acompanha aplicação de recursos da repactuação no Hospital Arnaldo Gavazza

Os Representantes das comissões de atingidos de Rio Doce e Santa Cruz do Escalvado, Antônio Áureo e Maria da Penha Rocha, acompanhados pela equipe do Centro Rosa Fortini, participaram, na manhã desta quarta-feira (19), de uma reunião com Lucimar Fonseca, superintendente executiva do Hospital Arnaldo Gavazza, em Ponte Nova. O encontro teve como objetivo acompanhar a aplicação dos recursos destinados à saúde pelo Plano Especial de Saúde do Rio Doce (PES Rio Doce) e conhecer o andamento dos investimentos previstos para a unidade.

Os recursos destinados estão previstos no Anexo 8 do Novo Acordo de Repactuação, com investimentos para hospitais de Ponte Nova: Arnaldo Gavazza e Hospital Nossa Senhora das Dores.

Como os recursos serão usados

Durante o encontro, Lucimar apresentou o estágio dos investimentos previstos para a ampliação da estrutura da unidade. Entre os recursos já recebidos, estão R$15 milhões destinados pelo PES Rio Doce em nível estadual. O hospital informou que o plano de trabalho para utilização desse recurso já foi aprovado e que o valor está aplicado para equipar o novo Centro de Terapia Intensiva (CTI), após a conclusão das obras de expansão da estrutura do hospital.

Também estão previstos R$17,2 milhões de recursos federais. De acordo com as informações apresentadas durante a reunião, esse recurso ainda aguarda repasse. Quando liberado, o valor será destinado à ampliação do bloco cirúrgico da unidade.

“Nossa grande preocupação é fazer com que esse recurso realmente chegue a nós, fazendo jus à reparação. Porque, depois de tanta luta, a gente chegar ao hospital e não ver o recurso de volta pra gente, é doloroso”.
Maria da Penha Rocha, durante o encontro. 

A reunião também reforçou a importância do diálogo entre as instituições de saúde, as pessoas atingidas e a ATI, especialmente no acompanhamento de recursos que podem contribuir para a melhoria da estrutura e dos serviços no território.

Acompanhar esses investimentos é importante para saber como está sendo aplicado o processo de reparação e fortalecer o controle social das ações de reparação.

Representantes do território e equipe da ATI durante a reunião. Foto: Nane Camargos/ASCOM Rosa Fortini

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