Atualização do Programa para Mulheres é pauta na Instância Mineira de Participação Social


Durante reunião da Instância Mineira de Participação Social, que aconteceu na última semana de abril em Governador Valadares, a promotora Shirley de Oliveira, do MPMG, informou que os valores das indenizações devem ter como referência o teto pago no Programa de Indenização Definitiva (PID), de R$ 35 mil.

Segundo ela, a fase inicial deve priorizar mulheres que tiveram seus cadastros negados ou não reconhecidos pela Fundação Renova e que, por isso, não receberam qualquer tipo de indenização até o momento. Um dos papéis da entidade contratada será justamente consolidar e organizar os dados dessas mulheres.

Além do MPMG, as demais Instituições de Justiça que atuam na construção do Programa para Mulheres são o Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União, Defensorias Públicas de Minas Gerais e do Espírito Santo e MPES.

Cuidado com fake News

Neste momento, não há inscrições abertas, nem cadastro ou pagamento acontecendo. Também não é preciso contratar advogado para participar.

É fundamental que as mulheres fiquem atentas a notícias falsas e não entreguem documentos pessoais — como identidade, CPF ou comprovante de endereço — diante de solicitações não oficiais. Também é importante não assinar procurações sem confirmar a legitimidade, já que esse tipo de documento pode autorizar outra pessoa a tomar decisões em seu nome. Todas as informações confiáveis devem ser buscadas somente nos canais oficiais das IJs.

Shirley de Oliveira em seu discurso na Instância Mineira de Participação Social. Foto: Wan Campos/Centro Agroecológico Tamanduá

Texto: Thalita de Oliveira/ASCOM Rosa Fortini

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